Sábado, 4 de Julho de 2009

A boneca boa e a boneca má!

Pertubador...

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Blasfêmia!

Um dia estava passando pelo playground do meu prédio quando percebi pela primeira vez. Aquela mulher de seus 30 anos e pouco, diarista provavelmente, brincando com uma criança, provavelmente filho da patroa, ensinando contigas religiosas. Daí a criança vira e fala: "Mas esta parte é difícil". Ela irredutível responde: "Mas você TEM que aprender. Vamos fazer de novo."

Eu queria saber se a mãe daquele garoto sabia o que estava sendo feito no playground, e se ela aprovaria isto. Enfim. O filho não é meu, não tenho mesmo nada a ver com isto.

Agora, quando eu passo outro dia no plyground, com meus cabelos ao vento, escuto a criança perguntando baixinho: "É esse o maconheiro mal?" E ela vira: "Sim. Esse está perdido de Deus. Nunca fique assim!"

Uma coisa é a pessoa de mente limitada pensar assim, outra coisa é essa pessoa ensinar a uma criança a pensar assim. Associar minha imagem a qualquer coisa que seja é foda. Depois dizem que eu não tenho que ter preconceito contra religiões! Eles também tem preconceito contra mim! Bom que eu vou pro céu e eles queimarão no mármore mais empoeirado do inferno!

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

A culpa

Queria não sentir este sentimento de culpa. De não conseguir ser o que os outros esperam de mim. Sempre foi assim! Desde que eu era pequeno. Minha mãe não exibia sinais de alegria quando eu chegava com um notão da escola, "Não fez mais que a obrigação" ela dizia. Ela esperava que eu me desse muito bem, e quando não acontecia, levava esporro, quando acontecia, era indiferente. Quando fiquei a única vez de recuperação não recebi apoio, tive que me virar, estudar sozinho, fui dado como desleixado. Na época ainda não sabia-se da minha dislexia, o que justificaria as notas baixas em matériasd como história, que envolviam leitura.

Atualmente tive que passar port isto duas vezes. No meu antigo emprego minha coordenadora disse para um cliente "Ele é nosso melhor programador", e desde então fui cobrado como o tal. Não me lembro quantas vezes eu fui chamado a atenção por parecer despreocupado com os projetos. Me sentia mais ou menos como o Peter Paker falando com Dr. Octavius: "Brilhante, mas preguiçoso." Não sabia até onde isto era potencial meu ou o que minha coordenadora esperava de mim. Agora fico com culpa por tudo o que poderia ter feito por aqueles projetos e que não fiz, pelos planos de otmização que eu tinha e que foram cancelados por não verem necessidade neles. Mas mesmo assim eu poderia ter feito! Eles não saberiam! ficaria tudo oculto nos processos! Mas não fiz.

No meu namoro também foi assim, mesmo que a cobrança não fosse direta, o tempo todo esperavam que eu fosse o melhor namorado do mundo, no nível de sempre ter o comportamento adequado de achar tudo ótimo, de ler mentes (exagero meu). Muita confiaça foi depositada em mim até o ponto que eu comecei a não dar conta. Eu não conseguiria ser aquela pessoa que esperavam que eu fosse. Eu queria estar presente, eu queria poder ajudar em tudo porque assim imaginei que atingiria às espectativas, mas não conseguia, me frustrava em tentar ser tão especial quanto diziam que eu era. A verdade é que nunca fui o suficiente, e eu me enganava que conseguiria ser, e me enganei por muito tempo. Só era sincero quando dizia o quão especial ela era e como merecia alguém melhor do que eu. Só gostar dela não iria ser o suficiente por muito tempo... E agora me culpo por não ter feito metade das coisas que esperavam de mim. Porque eu poderia ter ouvido mais, falado mais, feito mais por ela, mas eu não consegui.

E cada dia, em cada coisa que eu faço, o sentimento de culpa aumenta...

Domingo, 28 de Junho de 2009

Domingo do infortúnio

Sobrevivi uma semana. Só quem me acompanhou de perto, não pelo blog, consegue entender a gravidade desta afirmação. Eu praticamente me arrastava pelos corredores da UERJ quando tinha aula, matei algumas delas, deixei de aparecer no meu antigo emprego só de vingança! Agora vão ver a falta que faço. No dia em que apareci lá de tarde me mostraram um problema que 3 pessoas e minha coordenadora não conseguiam dar conta. Eu olhei pros dados por meia hora com uma dor de cabeça irritante e levei mais meia hora pra resolver o problema que uma equipe não resolveu em dois dias! Daí o pessoal pergunta porque eu ficava tanto tempo de bobeira! Porque eu terminava rápido! Eu poderia dar a ilusão a eles de que estava me comprometendo em tempo integral ao meu serviço, mas pra quê se eu podia resolver em instantes e voltar minha atenção para outras coisas até um novo problema surgir? Cansei do pessoal me chamando pelas costas de preguiçoso, de boa vida e aproveitador! Minha chefe nunca foi com a minha cara pelo tanto que falam mal de mim!
Agora também, tô pouco me fudendo pra eles. Passo lá pra rir do pobr coitado no meu lugar.
Mas um texto que era pra ser sobre minha semana arrastada acabou tomando um rumo completamente diferente e passei a maior parte do tempo falando mal do meu trabalho. Acontece...

Chega fim de semana, quando acho que teria alguma paz, descubro que não tenho um tostão. Se somassem o valor das minhas duas contas e da poupança, eu ainda deveria mais de R$150. O conserto do computador, idas todas as semanas para Macaé (que me custavam entre passagens e passeios quase R$65 fora extras) e amigos sem noção que gastam dinheiro com bobeiras e me carregam junto... Resultado, não fui pra Macaé mesmo precisando realmente ir pra lá neste fim de semana, assuntos pendentes, lavação de roupa-suja, acabei levando bronca por telefone dos adjetivos pejorativos, o mais bonito é cabeção.

Agora, completando meu martírio, A internet deixou de funcionar. Não simplesmente deixou, a Net bloqueou meu roteador, o que significa que não tenho internet para meu laptop, que é onde estão todas as coisas para meu trabalho para entregar amanhã. Se não conseguir colocar esta porra on-line até hoje de noite, tô fodido e deixarei de ganhar 2000 pelo serviço no qual já trabalhei 2 meses... lindo, né?

Vou lá chorar minha miséria e o ódio do mundo contra mim comendo strogonoff com um colega de Macaé que ficou preso aqui também.

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Será que agora vai?

Finalmente. Depois de deixar meus leitores tempo de mais só com aperitivos exporádicos da minha presença no blog, finalmente tenho meu computador de novo comigo! Não aguentava mais usar aquele laptop pra tudo! O negócio é lento, pequeno, desconfortável e me incentiváva a usá-lo na cama, o que reduzia bruscamente minha produtividade com as sonecas de meio de tarde.
Felizmente agora tenho um computador fodão, parcialmente completo, mas fodão! 600 contos bem aplicados! Espero que dure tanto quanto custou... O monitor LCD vai ter que esperar mais um pouco infelizmente, ainda mais agora que acabei de engrossar a imensa lista de desempregados... É, pessoal, virei problema social de novo. E desta vez por opção própria...

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Verdade suprema e incontestável.

Não existe...





[fnord]Existe[/fnord]

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

É pensando que se faz merda...

Este texto foi escrito meio como do modo que eu penso e não tem a pretensão de fazer sentido ou das partes se completarem ou se quer terem relação
A imagem dela na minha cabeça, e de vez em quando no meu monitor, me deixa meio perturbado. Alguma coisa precisa ser feita! Mas o quê? Não é como abrir uma gaveta para catar a primeira camiseta que surgir e vestí-la com o comprometimento de tirá-la apenas quando terminar o dia. Não é assim que as coisas funcionam com pessoas. Mesmo quem diz que quer, não está realmente interessado em algo tão superficial, mas é difícil ser mais profundo quando se está na piscina infantil.

Pra explicar melhor, lembro-lhes que o primeiro amor a gente nunca esquece. Eu sei, nunca esqueci o meu, mas mais importante é que a primeira vez que nos amam passa muito despercebido. Injusto não? Injusto por vezes nem ficarmos sabendo, injusto porque mantenho a distância sem saber muito como lidar com isto. E eu culpando meus amores platônicos de adolescência de afastarem-se de mim quando eu dizia algo, e agora vejo como é o outro lado da moeda, e me sinto culpado de ter pensado tão mal delas.

Deveria parar de escrever na segunda pessoa do plural. Tentando fazer com que meus sentimentos sejam compartilhados por aqueles que lêem ou dando a impressão de que mais gente pensa como eu. Já enganei muita gente dizendo "nós pensamos" e fazendo elas acreditarem que meu pensamento era algo válido.

Se uma pessoa tentar fazer algo impossível, as chances são maiores se ela não souber que isto é possível. Analogamente, se esta mesma pessoa tentar fazer algo possível que ela acredite ser impossível, as chances dela conseguir são ínfimas.

E, de novo, preciso parar de usar "as pessoas" quando quero dizer "eu" ou "determinadas pessoas que eu conheço". Mas isto faria eu perder um pouco do meu ar "entendedor da porra toda" e no lugar colocaria algo mais para "só me preocupo com meu minimundo".

Queria ser menos manipulável e menos manipulador. Porque, de certo modo, quem me manipula acaba manipulando as pessoas que eu manipulo... Me sinto meio merda quando percebo que estou sendo ferramenta da vontade dos outros e principalmente quando influencio alguém a ter uma atitude longe de imparcial sobre algo ao qual não tenho certeza.

Se eu paro pra pensar nas minhas escolhas, acabo voltando atrás, mesmo quando minha escolha foi voltar atrás! O que me leva ao ciclo vicioso de fazer e desfazer as coisas até o ponto em que elas não podem mais ser refeitas, daí as condições decidem por mim...

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Bebida e direção

Tem gente que é idiota. Não importa o quanto digam as coisas pra eles eles continuam fazendo do jeito deles. Não importa nem se ocorreu um acidente grave por conta disso antes, eles continuam! Mas idiotice não se tem culpa, tem? A pessoa já não tem inteligência sóbrio, seria exigir de mais algo da pessoa trêbada. Vamos falar dessa Lei Seca.
Primeiro que Lei Seca mesmo foi a de algumas decadas atrás quando álcool foi simplesmente proíbido! Agora só é proíbido para quem dirige, e mesmo assim mau rende uma multa de mil reais e apreensão da carteira. Pra quem já tá dirigindo completamente bêbado, acha que faz diferença perder a carteira? eles não estão nem aí. Quem Bebe e dirije tem na cabeça a mentalidade de "se não pegarem não tem problema" quando não era isso que deveria acontecer. As pessoas tem medo da lei por causa das punições, mas é um pouco da indole do brasileiro em geral só nào fazer algo por causa de como eles serão punidos e não por ser ERRADO, o que leva ao ponte de dizer "se ninguém ver, não tem problema", mas, ahá! tem! A lei existe porque as pessoas não entendem que dirijir embreagado é um crime inclusive contra si mesmo. É seu patrimônio que está em risco, sua vida também! Não só as dos outros. Hoje (terça-feira) passou na globo uma reportagem sobre isto e, se por um lado eles tinham uma nobre missão em mostrar acidentes casados por bebida e o descaso de tantos motoristas que não tiveram vergonha de botar a cara na telinha pra dizer que bebem e estão no volante, nos acidentes mostrados geralmente os mais afetados eram aqueles que estavam fora do veículo do motorista alcoolizado. Isto não funicona! Quem bebe e dirije não está nem aí se o outro vai se fuder, porque é sempre o outro! Mesmo quando acontece um acidente com ele, ele não consegue ver que a bebida pode ter sido um fator importante e no final nada muda! Sei de muitas pessoas que viram a reportagem, se revoltaram e que neste fim de semana vão fazer igual! Porque todo mundo acha que só acontece com os outros.
Taxi não é tão mais caro assim do que carro. Você não vai precisar pagar combustível, estacionamento e nem aquele arranhãozinho que aconteceu porque outro bêbado esbarrou no seu carro e um taxi leva até 4 amigos completamente mamados em segurança! Não vale mais a pena? E taxi sempre tem! Quando nada, anota no celular o número de alguma agência grande da sua cidade e eles vão te buscar! Quando nada, disque 190 e diga que você precisa de uma ambulância pq não pode dirigir. O máximo que pode acontecer é eles rirem, mas você vai estar bêbado também, então vai rir junto.

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Viagem em família = Cilada

Neste último feriadão estava eu pensando que teria um confortável descanso longe do agito do Rio de Janeiro, mas a balbúrdia parece que vai junto comigo. Ou talvez eu que esteja bem mais intolerante do que o normal. Enfim!

Começamos na quarta, com minha mãe chegando em casa com minha sobrinha, que apesar de ser um amor sofre dos males de ser a única criança da idade dela na família é extremamente mimada pelos adultos babões. Nem sei como ela não se tornou uma criança insuportável. Quando elas chegaram em casa foi bronca de casa mal arrumada, criança botando a mão em tudo e perguntando se podia brincar e eu sem ter como nem sentar no sofá e ficar na minha. E vai compra pão, e vai arrumar a cama para a mãe, e vai dar atenção para a mãe e vai arrumar mala, e vai pensar onde eu vou dormir depois que a casa estiver cheia, e chega irmã com pai e o cara que mora aqui. Acabou sossego. Vou dormir depois das duas da madrugada pois só tenho sossego mesmo para minhas coisas depois q todo mundo vai dormir.

Dia seguinte levanta às 5h, pega as coisas e partimos. Fui no carro do meu irmão com minha cunhada. Fui de co-piloto e tentei dormir um pouco, mas não fui muito bem sucedido. Paradas longas de mais, trechos mais longos ainda de estrada...

Cheguei em Aguaí, interior dos interiores, para visitar meu avô antes de ir para a fazenda. Acaba que eu e meu irmào não nos conseguimos achar de primeira naquela cidade que era um ovo e demoramos mais do que nossos pais para chegarmos na entrada para a fazenda, mesmo eles tendo parado em N lugares.

Bom que estava frio e os mosquitos não incomodaram. O normal é eles nos carregarem. Ruim que estava muito frio, a ponto de formar gelo na grama de noite. A chuva dos últimos dias tinha transformado a terra vermelha numa lama que deixou sua estampa em minha calça logo no primeiro passo no chão.

Quem já foi pra fazenda, fazenda mesmo, sabe que não há nada para se fazer. Eu, meu irmão e cunhada somos jogadores de RPG e praticamente de qualquer outra coisa que aparecer. O problema foi que meu irmão escolheu pra levar um jogo que precisava de pelo menos 4 pessoas e com um a menos ficamos com cara de bunda. Por sorte nesta parte minha irmã surpreendeu topando o jogo e até gostou, a ponto de ser ela chamando pra jogar. Mas mesmo assim, as coisas pra fazer acabam rápido, principalmente se chove.

Depois de chegar, ligamos para minha avó, atualmente dona da fazenda e matriarca da família, perguntando quando ela chegaria, afinal, foi ela quem chamou para a reunião de família! Ela alega um resfriado e diz que não vai.

Junto a isto, era uma reunião de casais, meu irmão com cunhada, pai e mãe, tios e tia e namorada, primo com namorada e minha irmã com minha sobrinha. A maior parte do tempo não era difícil pra mim passar despercebido e acabar sozinho, mesmo minha cunhada sendo um amor e tentando me deixar por perto, dia 12 vendo aquele bando de gente aos beijos foi particularmente frustrante, ainda mais com meu relacionamento atual indo pra vala muito rápido.

Então teve o terço: um tipo de festa junina sem nome de festa junina mas com muitas daquelas coisas que são exageradas em lugares mais "civilizados". Começa com a reza do Terço, que agora não me lembro ao certo, mas são muitas "Ave Maria"s e alguns "Pai Nosso"s, por último algumas cantigas estranhas e alguns rituais envolvendo paus e santos e estouro de fogos de artifício, numa animação que deixaria muito velório com inveja. Nada de música, nem quadrilha nem nada. O quentão estava fraco de álcool e forte de açúcar, a pipoca murcha e o pão com carne moída frio e levemente rançoso.

Sábado foi o dia de voltar, a manhã foi quase toda dedicada a preparar malas e casa para a partida, e ao chegar de volta na cidade para a despedida, descubro que meu tio avô morreu. A família já estava toda reunida, parentes de Sorocaba, Curitiba e Rio de Janeiro já estavam lá então acredito que ele escolheu uma boa hora pra partir. Meu pai e tio foram buscar minha avó em Sorocaba para o velório e enterro. Daí me arrependi de ter comparado a festa do dia anterior a um velório. Neste segundo as pessoas estavam mais próximas, se abraçavam mais e eram mais calorosas. Não tinha quentão, mas nem tudo poderia ser perfeito.

Acabamos partindo de São Paulo 6 horas da manhã do dia seguinte para mais algumas horas de viagem. Peguei o carro de meu irmão na primeira metade e o da minha mãe no terceiro quarto, isso com ela falando no meu ouvido "desacelera", "tá indo rápido de mais", "Não ultrapassa", "Quer me matar?", entre outras coisas. O último quarto da viagem eu descansei, mas nem consegui dormir.

Chego em casa meio morto, cansado psicológicamente e fisicamente. Em cima da mesa tem um envelope com uma conta de 1800 reais. Beleza pura! E sou avisado que durante o tempo em que fiquei fora duas pessoas me ligaram mas quem atendeu se esqueceu de cobrar nomes e assuntos, então não sei se foram as encomendas que fiz, algum cliente dos serviços que estou fazendo ou outra coisa pior. Se for importante vai ligar de novo, ou ao menos espero...

Ao menos hoje pude realmente descansar por causa de uma maldita gripe que me pegou. As horas extras dormindo sem perturbações compensaram a tosse cheia de catarro...

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Odeio gente chata

Existem muitos tipos de pessoas chatas. Tem aqueles que falam de mais, tem os que falam de menos, tem os que não ajudam, tem os que atrapalham e tem aqueles que a mera presença já irrita.
Claro que falando sobre este assunto, não estou me excluindo de ser chato de alguma maneira. Existem tantas formas de ser chato e provavelmente sou chato de muitas destas.
Vou ser mais específico e dizer que no presente momento, duas formas estão me irritando mais que o normal. São aquelas que cortam a conversa e aquelas que querem falar mais do que os outros.
No primeiro caso, me irrita principalmente quando a gente começa a conversar em grupo, e a conversa desenvolve e começa a tomar rumos diversos, e cresce, daí chega aquela pessoa chata reclamando "Não era disso que a gente estava falando quando eu sai pra ira ao banheiro/comprar um lanche/ ver se você estava na esquina" e quer voltar pro assunto que já morreu! Deixa de ser mala! Senta aí e tenta recuperar o ritmo!
O segundo grupo são aqueles que pegam um rabo da conversa e começa um monólogo que envolve o profundo conhecimento sobre coisas absurdamente desinteressantes ou feitos que deixariam Munchausen com inveja! Daí quando mando um cala a boca ainda acha ruim.

É... acho que estou um pouco estressado...